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Infelizmente terminei deixando o relato meio abandonado e não pude tirar as dúvidas da colega há tempo, já que ela viajaria em novembro passado... Mas, como pode ser útil para outra pessoa no futuro: Em Kyoto fiquei no hotel sakura terrace e adorei. Para os padrões japoneses, o quarto é imenso. Além disso, a estação de metrô fica literalmente na frente. Levei dólares e troquei no aeroporto mesmo. Como falei no relato, a cotação é semelhante à encontrada em qualquer outro lugar. Quanto aos lugares que vendem o passe, nesse link tem a lista: http://www.japanrailpass.net/area_06.html Dando uma olhada, vi que, atualmente, só há agências paulistas, mas acho que dá pra entrar em contato com elas e resolver à distância mesmo. O meu eu comprei na h.i.s.
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Vou dia primeiro de Abril - mas não é mentira Como cortar só dois dias estava fácil Hehehe, resolvi arrumar mais sarna pra me coçar e estou querendo incluir chiang mai também, basicamente pra ir naquela pathara elephant farm. Vou comprar os trechos "internos" essa semana, e estou tendente a ficar 3 dias s em Bangkok, 2 em chiang mai, 2 em siem reap (só quero ver o principal mesmo), 3 em ao nang, 3 em phi phi e 2 em Singapura.
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O de 7 dias tá 285 usd, o de 14 dias 455, e o de 21 582
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Prometo que vou fazer o relato completo ainda, pessoal. É que minha vida andou meio agitada, pois fui transferido no trabalho, tive que me mudar pra outro estado - na verdade, voltar pra o meu de origem, entre outras coisas... Mas tentando dar algum andamento ao negócio... Quando estava procurando hospedagem em Kyoto,vi várias recomendações pra ficar em Gion (que eu só fui descobrir lá, depois de muito falar errado, que se pronuncia "Gui on"), que é a região mais tradicional da cidade, o famoso "bairro das gueixas". Pois contrariando todas essas recomendações, fiquei na parte nova da cidade, perto da estação central, e acho difícil que possa existir uma região mais conveniente para hospedagem. Ocorre que todas as indicações pra chegar em qualquer ponto turístico usam a tal estação como ponto de partida, então, estando ao lado dela, e podendo partir sempre da mesma, fica bem mais fácil. Ademais, qualquer passeio pelas redondezas, como Nara e Harashyama, ficam mais práticos de serem feitos quando você está ao lado do único local de onde saem os trens para estes destinos. Ainda em relação aos deslocamentos, a base do sistema de transportes de Kyoto não é o metrô, mas sim o ônibus. Quando li sobre isso, ainda antes de viajar,fiquei um pouco preocupado, pois não acho ônibus um sistema muito bom para quem não está familiarizado com a malha urbana de uma cidade. Mas o modo como os ônibus circulam na cidade é bem interessante. Tudo é feito como num metrô, com paradas com nomes, como se fossem as estações, mapas de circulação, " the next stop is...", enfim... É meio difícil explicar, mas MUITO fácil de usar. Uma coisa curiosa de Kyoto é que lá, assim como em Hiroshima, e bem diferente de Tokyo, é comum ver mulheres de quimono enquanto fazem suas atividades cotidianas. No primeiro dia, achei que estivesse havendo alguma espécie de festival, evento especial, enfim, mas com o passar do tempo constatei que é realmente é algo normal. Achei muito charmoso ver de crianças a vovós usando esse traje.
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Felipe, sei que vou soar repetitivo, mas teu relato tá show. Um dos melhores que já vi nesse site, e olha que frequento ele há bastante tempo. E como se não bastasse, essa tua disposição em continuar acompanhando o tópico pra ajudar todo mundo que tem dúvidas é impressionante. Parabéns mesmo! Mas chega de rasgação de seda e vamos ao que interessa... Kkkkkkkkk Vou ter 15 dias no sudeste asiático, contando o da chegada, ao meio dia, por bangkok, e o da saída, as 21:00 por Singapura. Inicialmente eu ia ficar só por Bangkok, Krabi com Phi Phi e Singapura, entretanto, depois que comprei a passagem, comecei a me interessar por outros lugares, e o tempo, que para o planejamento inicial estava folgado, agora apertou. Estou com várias opções pra dividir os dias, mas não consigo chegar a uma conclusão. Opção 1: 1- bangkok (como chego ao meio dia e vou ter que ir ao hotel, fazer check in, etc, só vou poder aproveitar mesmo lá pra umas duas ou três da tarde. 2-bangkok 3-bangkok 4-bangkok 5-voo pra sim reap 6-siem reap 7-siem reap 8-voo pra krabi com conexão em bangkok 9-krabi (railay) 10-ferry pra phi phi 11-phi phi 12-phi phi 13-phi phi 14-ferry pra krabi e vôo pra Singapura. 15-Singapura e vôo para o Brasil à noite Opção 2 Deixo siem reap para outra oportunidade e troco ela por chiang mai. Opção 3 Fico em bangkok apenas a metade do dia a da chegada e mais dois, fico outros 2 em siem reap e 2 em chiang mai e sigo para as praias. Opção 4 Igual ao anterior, mas cortando um dia de Phi phi pra colocar em bangkok, siem reap ou chiang mai Isso sem contar outras variações, do tipo: se forem 7 dias nas praias, seriam 3 em krabi e 4 em Phi phi. Porém, entretanto, todavia, se eu diminuir para 6, de modo a poder aumentar a permanência em bangkok, siem reap, ou chiang mais, como Dividiria? 3 em krabi (um pra chegada, outro pra railay e outro pra Hong island) e 3 pra Phi phi, ou 2 pra krabi (chegada e railay) e 4 pra Phi phi? ãã2::'>
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Olá, colega! Não vou poder te ajudar muito com experiência prática, pois desses países que tu listou eu só conheço o Japão. Porém, como tô de passagem comprada para o sudeste asiático e já programei uma viagem para a China - que foi adiada, vou dar meus pitacos neles também... Bom, já li que no Japão se deve deixar Tokyo para o final, quando já se estiver com mais prática no país, pois a capital seria complicada em termos de deslocamento. Quando fui, fiz isso, tanto por essa razão quanto por imaginar que ela seria o ponto alto da viagem, então, preferia deixar o melhor para o final. Não é que não tenha gostado de lá, pelo contrário, adorei, mas a cidade que mais curti foi Kyoto, além de ter achado Tokyo facílima de se locomover. Então,hoje, eu começaria por esta última mesmo. Até porque, depois de mais de um dia de viagem, o ideal seria não ter que pegar ainda um trem pra atravessar o país. Mas, se tu pretende iniciar por Hiroshima mesmo, não seria melhor descer em Osaka, que fica bem mais próxima? Quando fui, a Emirates cobrava a mesma coisa pela chegada em ambas. Em relação a Kyoto, eu acrescentaria um dia para ir para Harashyama. Apesar de não ter ido para lá, já que só tive duas semanas, eu faria um Day trip para Himeji, para ver o castelo, que é o maior do Japão. Também não fui lá, mas pelo que pesquisei e pela opinião de uma menina que morou no Japão, Osaka não tem nada demais, assim como Nagoya. Mas acho que isso seria preocupação para quem tem tempo limitado e precisa fazer cortes, o que imagino não seja um caso de quem vai passar um ano na estrada. Em relação à China, apesar de não ter ido, pretendia fazer ela junto com o Japão, então cheguei a montar roteiro e tal. Realmente, Hong Kong tá com tempo demais. Acho que as únicas cidades do mundo que merecem uma estadia tão grande São Nova York e, talvez, Londres. Eu dividiria esse tempo na China em 4 pra Hong Kong, 1 para Macau, 4 para Beijing e 3 para Xangai. Também acho que Kuala Lumpur tá com muitos dias. Não tem nada de muito interessante lá além das torres e de batu caves. Acho que é cidade para dois dias e olhe lá. Já em Cingapura eu cortaria está permanência pela metade e com os dias restantes dela e de Kuala Lumpur iria para krabi + phi phi. Bom, como disse, experiência prática mesmo eu só tenho de um dos países. O resto é só achismo baseado em pesquisas.
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E aê, pessoal! Bom, acompanho o site desde o planejamento para o meu primeiro mochilão, em 2009, quando passei um mês na Europa. Desde então, não parei mais de viajar e até fiz uma ou outra contribuição pontual aqui, mas sem nunca escrever um relato mais completo, o que vou - tentar - corrigir agora. Então vamos lá. A vontade de conhecer o Japão surgiu em 2007, quando passei um tempo estudando em Vancouver, que é praticamente um enclave asiático dentro do Canadá. Voltei de lá achando os nativos "ok", mas o que eu curti mesmo, em termo de povo, foram os japoneses com os quais tive a oportunidade de conviver. Todos absurdamente gentis, educados e tudo mais. Comecei a ler sobre o país, mas sempre faltava coragem para encarar a viagem de avião para o outro lado do mundo, além da grana, até que, este ano, decidi que havia chegado a hora e lá fomos nós, eu e minha namorada, encarar essa jornada. Ao contrário das minhas primeiras viagens, que eram mais num estilo mochileiro roots, com quartos em albergues fedidos com 30 pessoas, e refeições no fim da tarde, para servirem como almoço e jantar , essa para o Japão foi com mala (pequena) de rodinhas e hospedagem em hotéis, além de um orçamento mais folgado, que permitia fazer 3 refeições por dia, como uma pessoa normal. Pois bem, comprei a passagem pela Emirates chegando por Osaka e voltando por Tokyo, por recomendação do Ricardo Freire, do Viaje na Viagem, que sempre fala que é bom chegar na capital japonesa apenas quando já estiver mais ambientado ao país, pois os deslocamentos por lá seriam muito complicados. Sinceramente? Gostei da forma como a trip ficou distribuída, mas não tive nenhuma dificuldade para passear por Tokyo. Ao contrário, achei, não só ela como todo o Japão, o país mais fácil para viajar dentre todos nos quais já estive. Pois bem, cheguei em Osaka num final de tarde, mas não conheci nada da cidade além do aeroporto, pois já peguei um trem direto para Kyoto. Uma coisa curiosa do Japão é que a taxa de câmbio do aeroporto é igual - ou até melhor - do que aquela praticada nos demais lugares. Então, podem trocar o dinheiro aqui sem problemas. Quanto aos trens, simulei quanto ficaria para comprar todos os deslocamentos de modo avulso e comparei com o preço do Japan Rail Pass. No meu caso, o passe ainda ficaria um pouco mais caro, mas optei pelo mesmo pela comodidade, e olha, valeu demais! É muito prático chegar e pegar o trem, sem ter que ficar entrando em fila para comprar passagens. Também é ótimo não ter que se preocupar com horários. É chegar na estação e embarcar no próximo disponível. Tive recomendações para fazer reservas em alguns trechos - e até as fiz - mas foi totalmente desnecessário, pelo menos na época em que viajei - Outubro. De qualquer modo, vale a pena ter o site hyperdia.com, que disponibiliza o timetable do sistema de transportes do país, à mão, pois em algumas rotas a oferta não é tanta, assim você pode se programar para só chegar na estação na hora em que um trem estiver para sair, e evitar, assim, ter que ficar esperando muito pelo próximo. Quando foram fazer consultas no site, lembrem-se de desmarcarem a opção NOZOMI / MIZUHO /HAYABUSA, pois o passe não inclui eles. Então, como dizia, cheguei no aeroporto, fiz o câmbio dos dólares que havia levado, troquei o voucher do rail pass pelo passe em si num escritório localizado no próprio aeroporto e embarquei rumo à Kyoto, com uma baldeação em uma das duas estações de Osaka (tudo indicado pelo hyperdia). Depois de uma hora de viagem, mais ou menos, finalmente chegamos ao nosso primeiro destino, a antiga capital imperial japonesa. CONTINUA...
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Olá pessoal! Comprei meio que no impulso, por causa de uma promoção da Qatar, passagens pra o Sudeste Asiático e tô precisando de uma ajudinha com o tempo que devo passar em cada local. São 15 dias, incluindo o da chegada (em torno do meio dia, em Bangkok) e o da saída (9 e pouca da noite, por Singapura). Os lugares seriam Bangkok, Siem Reap, Krabi com Phi Phi e Singapura, e pretendo fazer os deslocamentos de avião. O ideal seria, pelas pesquisas que tô fazendo, 4 dias em Bangkok, 3 em Siem Reap, 3 em Railay (ou é melhor Ao Nang?), 4 em Phi Phi e 3 em Singapura. O problema é que essa soma aí dá 17... Então a questão é "simples"..., de que lugares tiro esses dois dias que me faltam? Muito obrigado, desde já, a quem puder dar uma força
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Na comunidade Europa de mochila, no orkut, tem um FAQ ótimo que, dentre outras coisas, tem a recomendação de quantos dias passar em cada cidade. Nessas para onde tu vai minhas impressões pessoais foram: paris - passei 4 dias - na medida londres - passei 4 dias - foi pouco Berlin - passei 4 dias - na medida Amsterdam - passei 3 dias - foi muito Pra pesquisar voos usa o skyscanner. Mas pra consegui deixar tudo certinho pode se preparar pra passar umas boas horas na base da tentativa e erro até conseguir encaixar tudo. Uma dica é não se ater a uma "lógica geográfica". Não é porque paris fica perto de londres que você tem que sair de uma direto para a outra. As vezes é preciso sair de um ponto A, passar voando por cima de um ponto B e ir direto para o C, para só depois partir para o B. O que deve comanda a ordem das cidades é o preço/disponibilidade das cias aéreas.
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Levei somente um mochilão. Para a companhia aérea tanto faz mala ou mochila. Mas se tua dúvida é em relação ao conforto durante a viagem, honestamente, eu acho que as duas opções são uma desgraça. Viajo com uma amiga que depois de sofrer muito com o peso da mochila, desta vez foi de mala de rodinha. O resultado: Ela, de mala, muitas vezes achava que ia ta melhor de mochila. Já eu, de mochila, praguejava por não ter mudado para a mala. Se a mala é incômoda pra ficar puxando pelas ruas, o peso da mochila nas costas é sempre um tormento. E olha que a minha é uma curtlo que foi bem carinha e que tem meio mundo de regulagem. Mas não tem jeito, andar com um trambolho daqueles nas costas por muito tempo é desconfortável pra kct. Acho que a solução ideal é um mochilão com rodinhas, que já vi muita gente recomendar, mas até hoje nunca achei pra vender. O deslocamento aeroporto-centro-aeroporto varia muito dependendo da cidade em que tu for ficar. Se tu reservar albergue pelo hostelworld ou hostelbookers, junto com a confirmação da reserva vem uma descrição super detalhada de como chegar nele. Essas cidades para onde tu vai eu estive em 2009, então não vou me lembrar de detalhes. Me recordo que em Londres eu usei o transfer da própria easyjet. Em Paris, Berlin e Amsterdam usei trens que saiam do aeroporto e levavam para as cidades. Dá uma olhada no site dos aeroportos. Normalmente eles tratam dessa questão de deslocamentos. Não tenho planilha de gastos, mas pode ficar relax que esse teu orçamento tá folgado.
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Não li o tópico todo e, portanto, não sei se isso já foi mencionado, mas fica a dica... Depois de já ter utilizado o vtm várias vezes sem nenhum percalço, tive o azar de perder o desgraçado no aeroporto de Istanbul no primeiro dia de uma viagem que fiz este ano. O bloqueio pela internet é bem simples e rápido. Aprovado! Entretanto, a "reposição rápida em caso de perda ou roubo" que eles tanto alardeiam, de rápida não tem nada. Fiquei desesperado quando o atendente disse que a entrega seria feita em até 5 dias ÚTEIS. Isso mesmo, a tal "reposição rápida" do cartão pode durar até uma semana. Além do prazo longo, ainda havia outro problema. O prazo máximo era de uma semana, mas podia ser feito em 6 dias, 5 dias... Expliquei pro atendente que um dia a mais ou a menos faria diferença entre estar em um país ou em outro, mas o mesmo disse que não poderia fazer nada... Já puto da vida, perguntei se podia transferir todo o saldo do cartão para o de outro vtm, no caso o de uma amiga que estava viajando comigo, mas fui informado de que só são permitidas transferências para um outro cartão caso este tenha como titular a mesma pessoa do cartão perdido. Em outras palavras, quem perder o vtm numa viajem ta FODIDO!!! Mas aprendi a lição... -Levar tudo em cash? Não. Agora eu vou fazer dois cartões no meu nome. Em um coloco o dinheiro e fico usando normalmente. O outro eu enfio na mala e, em caso de perda do primeiro, transfiro toda a grana pra ele. Ahhh sim, se você carrega o cartão numa moeda e saca em outra, a visa também vai te roubar uma graninha em cada conversão. No caso do euro para liras turcas, coroas suecas e zlotys poloneses, que foram as moedas que utilizei agora, o valor de conversão ficava em torno de uns 4 centavos de euro pior do que a cotação comercial oficial.
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Das cidade que tu pretende conhecer (Londres, Paris, Berlim, Munique, Dublim, Amsterdam, Londres) eu não conheço Dublin e Munique. Das outras posso falar que, com exceção de Berlin, estão entre as mais caras da Europa. Ainda assim, com um orçamento de 60€/dia fora a hospedagem, pode ficar tranquilo que tu vai passar bem. De low-coast na Europa já utilizei vueling, easyjet, ryanair e wizzair. Em todas tive que despachar o mochilão, já que o volume da bagagem de mão é muito limitado. Como dessa última vez que viajei só voei de ryanair, ela é a única em que lembro do valor cobrado para incluir uma mala de porão, no caso 15€ por volume. De qualquer forma, o valor cobrado pelas outras não deve fugir muito disso.
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Apenas pra reforçar o que eu já tinha dito... Acabei de voltar da Europa e mais uma vez utilizei o orçamento de 60 euros/dia como referência, o que dá uns 30 a 40 euros livres depois de pagar a hospedagem. Resultado: Turquia - O dinheiro me permitiu visitar todas as atrações que eu queria, jantar em restaurante e ficar num ótimo hotel 3 estrelas (60 euros/dia divididos com uma amiga que viajou comigo) Suécia - Conheço 11 países europeus e este foi o único em que o orçamento acima referido não foi o suficiente, mas há de se considerar que estava num dos lugares mais caros do planeta e que viajei em agosto, ou seja, altíssima temporada na Europa. Terminei gastando 70/dia, ficando em quarto coletivo de albergue, tendo que apertar a alimentação, mas conhecendo todas as principais atrações da cidade. Entretanto, pra quem não vai no verão, dá pra se virar com 60/dia, visto que só no albergue eram 10 euros de economia por dia se tivesse ido em baixa estação. Polônia - Com 60 euros/dia por aqui você é rei. Fiquei em albergue, mas num quarto privativo melhor que o de muito hotel, visitei tudo que queria e pude até almoçar em restaurantes mega turísticos, na região mais turística de Cracóvia que, por sua vez, é a cidade mais turística do país (ou seja, tudo muito mais caro que o padrão do país).
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40 Euros/dia sem contar hospedagem e deslocamentos entre cidades? Dá. Utilizei um orçamento igual a esse teu e sobrevivi (com dignidade) em cidades caras como Londres, Paris, Amsterdam e Roma. E não deixei de visitar uma única atração nem tive que comer em supermercado. Em lugares mais baratos como Lisboa e Berlin, esse grana permite até pequenas extravagâncias.
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Estou impressionado com alguns depoimentos aqui. Quando fui pra europa em 2009, usei como base de orçamento o valor de 60 euros/dia, que era recomendado por quase todo mundo em duas ótimas comunidades do orkut, a mochileiros na europa e a europa de mochila. Esse valor incluia a hospedagem, que ficava entre 20 e 30 euros. Claro que por essa grana, só hostels, mas só reservei os top rated do hostelworld. Resultado da aventura: O dinheiro foi o suficiente, e não precisei comprar comida em supermercado, nem deixar de visitar qualquer atração, nem tampouco tive que restringir a viagem cidades menores e mais baratas. Ao contrário, passei por Londres, Paris, Amsterdam, Roma, todas elas dentre as mais caras do continente. Considerando que a hospedagem consumia entre um terço e metade do meu orçamento, digo que 30, 40 euros/dia fora a hospedagem são mais do que suficientes para se virar com relativo conforto por lá. Claro que não vai dá pra andar de taxi nem almoçar/jantar em restaurantes tops, mas daí a dizer que um orçamento deste torna a viagem "muito difícil" e que "não vai conseguir aproveitar quase nada"... É brincadeira...