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Bavária – Tirol – Dolomitas
Cascia respondeu ao tópico de Cascia em Mochilão Europa - Relatos de Viagem
Olá Diego. Essa região é linda, mas no inverno tem muitas trilhas que estão fechadas nessa época. tenho um amigo que foi no inverno e ficou um pouco frustado pois a paisagem é outra e neva bastante. Quanto ao meio de transporte, não sei te informar, pois viemos da Alemanha, de carro e voltamos pra Alemanha. Não fomos até Veneza. -
Bavária – Tirol – Dolomitas
Cascia respondeu ao tópico de Cascia em Mochilão Europa - Relatos de Viagem
Precisa de no mínimo 5 dias pra explorar a região. Se tiver mais tempo melhor. Tem muita opção de várias trilhas em diversos lugares. -
Obrigada Gilson, Realmente, o norte e o leste da ilha devem ser fantásticos também, mas só tivemos 6 dias por lá e tivemos que escolher. Mas com certeza, se tiver oportunidade, voltaremos pra conhecer o restante da Islândia.
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Olá Marcelo, Gastamos em torno de 400 euros para 6 dias de aluguel de carro. 450 euros com hospedagem (airbnb e booking), O consumo de combustível foi de 145 euros (Total). Mas a alimentação ainda não fiz as contas. Vou ficar te devendo esta. Mas assim que souber, coloco no relato. Estou colocando tudo em euro, mas a moeda deles é o ISK, Coroa da Islandia. Aproveito pra avisar que arrumei meu blog(endereço que coloquei no relato), e dá pra ver umas fotos bem legais de lá.
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Não dá pra falar da Noruega sem mencionar seus maravilhosos fiordes e o bairro histórico de Bryggen, em Bergen, ambas as atrações estão na lista de patrimônios mundiais da UNESCO. Visitamos três cidades na Noruega: Oslo, Bergen e Stavanger. Oslo é uma cidade bonita, mas não mais do que Bergen. Visitamos o Museu de embarcações Vikings, que possui o navio viking mais bem preservado do mundo e muitas ferramentas utilizadas por eles na navegação. São ao todo quatro navios muito bem preservados. Outras opções interessantes que conhecemos foi o Museu do Folclore Norueguês que é um Museu a céu aberto e o Parque Vigeland, conhecido como Parque das esculturas, com diversas obras do artista norueguês Gustav Vigeland. De Oslo fizemos a viagem até Bergen através do famoso "Norway in a Nutshell", uma combinação de trem pelas incríveis montanhas da Noruega, barco pelos fiordes Aurlandsfjord e Naeroyfjord, e por fim ônibus até Bergen sempre passando por lugares sensacionais. Não é um passeio barato, mas com certeza vale cada centavo empregado. Os fiordes de águas verdes esmeralda inacreditáveis, cercados por montanhas revelando a cada curva paisagens deslumbrantes. Compramos nossas passagens pela internet e na Estação Central de Oslo trocamos pelos tickets de viagem. Tudo muito fácil. O passeio leva o dia inteiro, saindo de Oslo as 08:00 horas da manhã e chegando em Bergen por volta das 21:00 horas. Bergen é uma cidade muito charmosa com seu famoso bairro Bryggen e suas casinhas de madeira, cartão postal da cidade. Em Stavanger nós fomos apenas para fazer a trilha/subida aoPreikestolen, conhecida em inglês por Pulpit Rock, que é uma rocha de mais de 600 metros de altura que se ergue sobre o fiorde de Lyse, e seu topo quase plano mede aproximadamente 25 por 25 metros. É uma subida de 4 km, que leva cerca de duas horas para chegar ao topo. Atualmente a trilha está sendo reconstruída por xerpas do Nepal, contratados especialmente para o serviço. As únicas opções que você tem para viajar de Bergen a Stavanger são de avião ou de ônibus, pois o trajeto feito de barco já não existe mais. Escolhemos fazer o percurso de ônibus aconselhados por uma norueguesa, por ser uma viagem mais bonita e por passar duas vezes através dos fiordes nos enormes e confortáveis ferryboats da Noruega. Recomendamos muito esta viagem para quem vai de Bergen a Stavanger. Da Noruega ficamos com as lembranças dos fiordes, de Preikestolen, e da incrível intimidade que o norueguês tem com a navegação adaptando-se perfeitamente a natureza de seu terreno. Fotos no Blog: http://ricascia.wixsite.com/billkitrip
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A Islândia me despertou curiosidade em abril de 2010 quando o vulcão Eyjafjallajokull (pronuncia-se: Eia ver laiú gurkis) entrou em erupção e fechou o espaço aéreo europeu por cinco dias. Como sou fascinada por vulcões procurei na internet mais informações sobre o país. Mais foi depois que eu e meu marido assistimos ao filme “A vida secreta de Walter Mitty” é que nosso desejo de visitar o país se acentuou. A Islândia geologicamente é considerada uma ilha bastante nova e ainda em formação, tendo um sistema de vulcões submarinos interligados formando paisagens únicas e deslumbrantes. Juntamos nossos planos de conhecer a Noruega com uma viagem também à Islândia, já que os vôos pra lá são mais baratos a partir dos países europeus e principalmente de países da Escandinávia. Ficamos seis dias na Islândia, mas foi pouco. O melhor mesmo é fazer o chamado Ring Road que é dar a volta completa em toda a ilha, mas pra isso precisaríamos de no mínimo 10 dias. Alugamos um apartamento/studio, em Reykjavik, pelo site airbnb e fizemos de lá uma de nossas bases para irmos ao Oeste da Ilha e também fazer o Golden Circle que conta com cinco das principais atrações da Islândia que são: O Vale do Geysir, a cachoeira Gulfoss, o Parque Nacional Thingvellir, a cratera do vulcão Kerió e a Vila Hverageroi. Alugamos um Chevrolet Spark pela empresa Sixt e pegamos o carro já no aeroporto de Reykjavik. O carro é pequeno mas serviu bem para dirigir pela única estrada principal do país e resistiu ao vento islandês, o que era nossa preocupação... Se você quiser entrar nas estradas secundárias, as chamadas F roads, precisa alugar um carro com tração nas quatro rodas. Aliás, é muito fácil dirigir pela estrada principal, a estrada é boa e você viaja praticamente sozinho o tempo todo. A velocidade máxima permitida é de 90 km, mas com certeza você não vai precisar correr mais porque a cada minuto tem uma paisagem nova e linda pela frente e você vai querer com certeza tirar uma foto. Para conhecer o país os meses mais indicados são de junho a agosto, no auge do verão islandês, mas é mais caro e fica cheio de turistas. No nosso caso, fomos em maio, primavera, e não nos arrependemos. Pegamos somente um dia de chuva e os outros todos com sol, uma sorte, visto que o clima de lá muda constantemente e sem aviso, ou seja, num único dia pode nevar, chover, ventar e fazer sol. Nas pesquisas que fiz sobre o país, o maior problema de lá é conseguir pegar dia de sol intenso, e foi o que nós pegamos no mês de maio. Outra vantagem é que anoitecia somente as 23:30, e as 3:00 da manhã o sol já estava nascendo novamente. Uma preocupação das pessoas que não conhecem a Islândia é com relação a língua, já que é muito difícil de entender e pronunciar. Mas todos falam inglês sem problemas. Para abastecer o carro é melhor ter um mapa dos postos de gasolina pra não ficar sem ela nos trechos longos e desertos do país. As cidades ao longo do caminho costumam ter postos que muitas vezes contam com uma bomba, e só. Você terá que abastecer sozinho usando o cartão e não terá ninguém pra te ajudar. As cidades são praticamente vilas de pouco mais de 500 habitantes e muitas vezes menos que isso, mas sempre tem um mercadinho pra você se abastecer. O Sul da Islândia foi um dos pontos altos de nossa viagem. Fizemos nossa base no Hotel Geirland, que reservamos pelo booking e foi uma excelente opção. No caminho para o Hotel passamos na cidade de Vik, muito bonitinha e visitamos a penísula de Dyrhólaey e as praias de areias negras de Reynisfjara, que serviram de cenário para cenas de “Game of Thrones”. Outras atrações do sul da Islândia são as cachoeiras Seljalandsfoss e Skógafoss, a Geleira Jokulsárlón, a lagoa de icebergs,o Parque Nacional Skaftafell e o vulcão Eyjafjallajokull, que vale a pena uma parada no Centro de Visitantes pra ver o vídeo de 20 minutos que eles passam sobre a erupção de 2010 e a reconstrução da única fazenda atingida pelo vulcão. Existem duas coisas baratas na Islândia. A energia que vem das estações geotérmicas e a água dita como a mais pura do mundo. Então é só encher a sua garrafinha em qualquer torneira que encontrar em restaurantes ou lanchonetes. Uma dica pra quem quer visitar toda a Islândia e fazer o Ring Road é alugar um carro adaptado tipo Camper, que vem com camas, fogão e cooler e ir parando nos campings ou estacionar em algum trecho conveniente da estrada e dormir por ali mesmo, poupando de pagar hospedagem. É muito seguro parar e dormir nas estradas do país. No Oeste do país pegamos um dia de chuva fina e tempo fechado. Nossos planos eram de ir até o vulcão Snaefellsjokull que serviu de inspiração para o filme “Viagem ao centro da terra” e conhecer a montanha Kirkjufell dita como a mais bonita da Islândia, mas ficamos só na segunda opção já que o tempo fechou muito e não valeria a pena irmos até o vulcão sem conseguir ver nada. Deixamos o último dia pra visitar a Lagoa Azul por estar localizada a cerca de 10 minutos do aeroporto. De lá já devolvemos o carro e aguardamos nosso vôo de volta a Oslo. A lagoa azul é um spa termal e uma das atrações mais visitadas na Islândia. Localizada num campo de lava, suas águas são quentes e com grande concentração de sílica, algas e sais minerais, e dizem ser eficiente no combate ao envelhecimento. Mas confesso que foi o que menos nos empolgou nesta viagem. Se você não quiser pagar 50 euros pra tomar um banho, basta ficar por lá só observando e tirando fotos... e foi o que fizemos. A Islândia é um país lindo e de natureza única. Já estamos com saudades!!! Algumas fotos de nossa viagem: http://ricascia.wix.com/billkitrip
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Vale do Loire - Perguntas e Respostas
Cascia respondeu ao tópico de flacosta@zipmail.com.br em Roteiros de Viagem para Europa
Obrigada pela dica!! -
Vale do Loire - Perguntas e Respostas
Cascia respondeu ao tópico de flacosta@zipmail.com.br em Roteiros de Viagem para Europa
Alguém sabe me informar se tem muita neve em Janeiro, no Vale do Loire. To pensando em alugar um carro, mas não sei as condições das estradas nessa época. -
Lauterbrunnem, e Grindelwald vc consegue sim, mas para ir a Murren tbém, acho que não. Para Murren tem que pegar um teleférico e depois um trem. Nós fizemos isso e na volta, voltamos a pé, pela trilha (muito linda!!!!). O mesmo caminho do trem de volta, só que pelas trilhas, vale muuuuuito a pena. Se vc quer conhecer somente o centro da cidade de Interlaken dá pra fazer em um dia, mas se vc não tem pressa, aconselho ficar uns dois dias. Abraços!
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Oi Mila, com exceção de Zermatt, todas as outras cidades, dá pra fazer num dia só. São todas muito próximas a Interlaken. São todas muito pequenas e muito bonitas. Já Zermatt, tem que reservar um dia inteiro. Pegar o trem em Interlaken pela manhã e voltar no fim do dia. Vale muito a pena ir a Zermatt e ver o Matterhorn, a montanha mais fotografada do mundo, é belíssima. Abraços
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Pra quem não sabe, essas regiões ficam na Alemanha, Áustria e Itália respectivamente. Todas as três fazem fronteira uma com a outra. Portanto, são de facil acesso, principalmente se vc estiver de carro. Que foi o nosso caso. Eu e meu marido alugamos um carro na Alemanha e cruzamos os três países. Dica: Alugue o carro aqui no Brasil. Se vc alugar por lá, vai ter que pagar o IOF do cartão de crédito. Essa viagem já estava planejada há um ano atrás, e para mim, é um prazer poder pesquisar e planejar todas as nossas viagens nos mínimos detalhes. É quase como um hobby pra mim. Pra nós, o importante numa viagem não são as grandes metrópoles, mas o interior dos países e as belezas naturais de cada um. As grandes cidades são importantes é claro e cada uma tem seu atrativo e suas particularidades, mas nada é mais encantador do que as cidades pequenas e vilarejos, com sua simplicidade, costumes e culturas, na maioria das vezes nos dando a impressão de que o tempo parou para elas. Começamos nossa viagem por Munique, capital da Bavária, cidade encantadora, comida gostosa e cerveja excelente. Três dias em Munique e pegamos a famosa autobahn da Alemanha, estrada excelente que cruza quase todo o país. Mas o que eu já tinha ouvido falar dos alemães nas estradas, pude conferir in loco, os alemães correm muuuuuito. A 242 km de Munique, fomos a cidade de Rothenburg ob der Tauber, cidade medieval linda, toda cercada de muralhas, e uma das mais belas da famosa rota romântica da Alemanha. Vale a pena ficar por aqui, pelo menos um dia inteiro e uma noite. Foi o que fizemos. Dica: Visite a loja de artigos de natal que fica aberta o ano inteiro. Tem na loja um museu do natal tbém. De Rothenburg seguimos para Fussen e Scwangau, onde estão os castelos de Hohenschwangau, e o mais famoso deles o Neuschwanstein, ambos construídos pelo excêntrico rei Ludwig. Maravilhosos! Todos os dois castelos. Vale a pena uma subida, a pé, até o Castelo de Neuschwanstein. Os turistas adoram subir de charrete, mas eu e meu marido gostamos mesmo é de caminhar e ir curtindo o visual na subida. Lindo! Dica: Na descida, não venha pela mesma estrada que vc subiu, pegue uma trilha adjacente que passa pela cachoeira e rio que desce ao lado do Castelo. Bem bonito! Dica: Fique na cidade de Scwangau, a 4 km de Fussen. É mais barato e mais perto dos castelos. Ficamos no Hotel Schwanstein, muito bom. Daqui fomos a cidade de Garmish-Partenkirchen, já nos alpes da Alemanha, para subir a mais alta montanha da Alemanha, o Zugspitze (2890m). Pegamos um dia lindo de céu azul que valeu a pena a subida. Mas antes de chegar a Garmish passamos pelo Palácio de Linderhof, fica a 20 km de Garmish-Partenkirchen. Ficamos na cidade de Farchant, a mais ou menos 2 km de Garmish. Uma cidade bem bonitinha e com hospedagem muito mais barata que Garmish. Ficamos no Hotel Garni Zugspitz, uma das melhores e mais baratas hospedagem de nossa viagem. Hotel da família Struger, super simpáticos e acolhedores. Café da manhã maravilhoso e em companhia de pessoas muito gentis. Recomendamos muito este hotel. Partimos de Garmish em direção a Áustria, cidade de Innsbruck, na região do Tirol. Cidade com um centro histórico muito bonito, mas a cidade tem hospedagem muito cara, ficamos só uma noite, pois nosso objetivo era a região das Dolomitas, na Itália. Dica: Antes de entrar na Áustria, compre um adesivo nos postos de gasolina (Custa 8 euros), e é obrigatório. O adesivo é chamado de vignete. Cole no retrovisor de seu carro, pois se vc não tiver esse adesivo levará uma multa bem salgada. Entramos na Itália. Engraçado que a maioria das pessoas que conhecemos nunca ouviu falar nas Dolomitas, na Itália, todo mundo só ouve falar de Roma, Veneza, Florença, Milão,... Mas essa região, com suas montanhas rochosas características, é uma das mais belas da Itália. Cidades como Cortina D´Ampezzo, Selva Di Val Gardena, Sta Cristina e Corvara são só alguns exemplos de cidades belíssimas dessa região. E isso tudo fica menos de 200 km de Veneza. Ficamos na cidade de Cortina D´Ampezzo, cidade linda e principal, da região das Dolomitas. Mês de setembro é baixa temporada, então conseguimos um hotel muito bom, bem no centro e por um preço ótimo. Funcionários atenciosos dando todas as dicas das Dolomitas. Começamos fazendo o trekking de 5 horas contornando o Tre Cime di Lavaredo. Muito liiiiiiindo!!! Vc começa a caminhar a partir do Refúgio Auronzo, vai até o Refúgio Lavaredo a 2344 m, que fica mais ou menos na metade da trilha, e vendo de todos os ângulos a montanha maravilhosa. A partir do Refúgio Lavaredo, vc pode escolher fazer outras trilhas tbém, com graus diversos de dificuldade, e todas muito bem sinalizadas. O que não faltam nas Dolomitas são trilhas pra vc fazer de todos os graus de dificuldade, e montanhas pra escalar. As Dolomitas são divididas em vários parques naturais, dentre eles estão os das Dolomitas de Cadore, Dolomitas de Sesto, Dolomitas D´Ampezzo, que foram os que tivemos oportunidade de conhecer. Mas pra conhecer tudo, precisa de muito mais tempo... Pegamos um dia de chuva que nos levou a visitar o Museu da primeira Guerra Mundial. Vale a pena uma visita. Não é caro, e é uma experiência única ver as dificuldades que os soldados enfrentaram, na 1 Guerra naquelas bandas. Terceiro dia nas Dolomitas, amanhece um dia lindo. Fomos fazer mais um trekking, desta vez no Passo Giau. Muito lindo, mas muuuito frio. Quarto dia fomos para a cidade de Selva di Val Gardena, a 57 km de Cortina. Caminhos maravilhosos e montanhas divinas, muita opção de trilhas. Dica: Nas auto estradas na Itália, vc tem que pagar pedágio, mas só na hora que vai sair da estrada. Hora de voltarmos para Munique, entregar o carrinho e curtir um pouco da Octoberfest, que lá começa no dia 22 de setembro. Mais fotos da viagem no link abaixo: https://plus.google.com/photos/102353393559196007234/albums/5794112948886151489" onclick="window.open(this.href);return false; Ou no blog: http://ricascia.wixsite.com/billkitrip [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20121003212627.jpg 500 375 Legenda da Foto]Tre Cime di Lavaredo - Dolomitas[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20121003213045.jpg 500 375 Legenda da Foto]Tre Cime visto de outro ângulo[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20121003213413.jpg 500 375 Legenda da Foto]Lagos no Refúgio Lavaredo[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20121003213955.jpg 500 375 Legenda da Foto]Trilha ao redor do Tre Cime[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20121003214443.jpg 375 500 Legenda da Foto][/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20121003215055.jpg 500 375 Legenda da Foto]Passo Giau - Dolomitas[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20121003215316.jpg 500 375 Legenda da Foto]Trilha Passo Giau[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20121003215933.jpg 500 375 Legenda da Foto]Caminho para Selva di Val Gardena - Dolomitas[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20121003220814.jpg 500 375 Legenda da Foto]Caminho pelas Dolomitas[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20121003221147.jpg 500 375 Legenda da Foto]Cristo no caminho das Dolomitas[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20121003221352.jpg 500 375 Legenda da Foto]Cidade de Munique[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20121003221610.jpg 500 375 Legenda da Foto]English Garden em Munique[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20121003221842.jpg 500 375 Legenda da Foto]Rothenburg ob der Tauber[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20121003222220.jpg 500 375 Legenda da Foto]Castelo de Neuschwanstein em dia de chuva[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20121003222529.jpg 500 375 Legenda da Foto]Innsbruck - Austria[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20121003222739.jpg 500 375 Legenda da Foto]Garmish-Partenkirchen[/picturethis]
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Fiz o Top of europe em maio, mas acho que tbém funciona em janeiro, só que é inverno, prepare-se para um frio extremo.
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Dependendo do tempo que vc ficar em Interlaken, e da grana que vc dispoe, aconselho muito o passeio até Jungfraujoch - Estação de trem mais alta da Europa. É um passeio caro mais que vale cada centavo, (se o tempo estiver bom). Abraços e boa viagem!
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Se vc estiver de carro, de Milão a Bern vc pode (e deve) passar e dar uma parada em Interlaken, Lauterbrunnen ou Engelberg. Tudo vale a pena e tudo nos alpes. Tem tbém Lugano que eu não conheço, mas tenho boas recomendações. De Bern a Paris pode passar em Lausane, ainda na Suiça, e Dijon na França. Mas tudo isso é de carro e depende do tempo que vc terá por lá. Se for de trem, vc tem que ver qual o trajeto. Espero ter ajudado em alguma coisa. Abraços
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O Swisspass dá pra vc utilizar dentro da Suiça e na França tbém. Pra nós que fomos da Suiça até Chamonix na França foi uma mão na roda. Eu particularmente gostei mais de Bern do que Zurich, além de ser um pouco mais perto de Paris.
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Não sei se dá pra ir de carro, acho que não. O último trecho principalmente, acho que é todo de trem. Também acho que se vc for um pedaço de carro (caso consiga) e pegar o trem depois, corre o risco de pagar a mesma quantia do trecho inteiro. Melhor se informar por lá mesmo.
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Olha Ferdo, Nós ficamos em um hotel em Interlaken, que o café era a partir das 6, e ele ficava razoavelmente perto da estação. Foi corrido mas deu tempo. E Lauterbrunnen é imperdível!!!! Vale muuuuuito a pena dar uma parada boa por lá. Abraços e boa viagem!!!
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Não precisa reservar. Nós tinhamos o swiss pass e conseguimos um desconto de 50% na passagem para o Jungfrau. O passe comprado lá na hora é muito caro, mas não precisa reservar, é só chegar um pouco antes. É melhor pegar o trem das 7 horas, quanto mais cedo vc for, melhor. Quanto ao tempo, tem um canal de TV que transmite ao vivo as condições do tempo no junfrau. E quase todos os hoteis tem as tvs ligadas neste canal.
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Usei o Swiss pass para ir a Chamonix, porque ele dá direito a ir a algumas cidades de fronteira com a Suiça. Quanto ao inverno, não sei te dizer pois fomos a Suiça na primavera.
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Fui de trem da Suiça para França e não passei por nenhuma imigração. Fui de Interlaken a té Chamonix.
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O Swiss pass, nós compramos aqui em Fpolis mesmo, na STB Student Travel Bureau, uma agencia de intercâmbio. O site deles é: http://www.stb.com.br/ Olha Thais, na minha opinião Bern é muito mais interessante do que Zurich. Abraços
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Olá Thais, se vc quer visitar essa parte da Suiça, a melhor opção é a cidade de Interlaken, mesmo porque é uma cidade muito bonita e com boa infraestrutura. Dá pra ir até Zermatt tranquilamente, através dos trens muito confortáveis. Tem várias cidadezinhas próximas que valem muito a pena conhecer. Quanto ao swiss pass, te digo que é bem mais em conta adquiri-lo aqui no Brasil e vale muito a pena. Se vc comprar os passes por lá, vai gastar muito mais, pois os trens são ótimos mas os preços são bem salgados pra nós brasileiros. O valor do passe de trem, depende de quantos dias vc vai querer utilizá-lo, nós compramos um passe que valia por 5 dias e pagamos, se não me engano, em torno de 600,00 reais - preço em 2009. Não fomos em St Moritz, mas ouvi dizer que é muito legal. Abraços