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Ivan V R de Sousa

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Tudo que Ivan V R de Sousa postou

  1. StanlleySantos, Procure referências de equipamentos aqui no mochileiros.com. O que não faltam são avaliações, comparações, recomendações e relatos no fórum. Com o tempo, a própria leitura vai te apresentar pessoas que são verdadeiros ícones nas atividades outdoor e que as praticam há muito tempo. A leitura de várias opiniões vai lhe ajudar a montar sua, que deve também ter suporte nas informações dos fabricantes e seu próprio contato com os equipamentos. Quanto à melhor barraca, você precisa primeiro ter noção do tipo de uso que você precisa. Por exemplo, se você vai carregar a barraca o tempo todo ou se pretende viajar de carro e/ou ônibus e carregá-la em pequenos trechos. Procure definir se você vai se aventurar em alta montanha ou não e pesquisar o clima dos lugares que você pretende ir na época de sua viagem. Tudo isso vai ajudá-lo a chegar a uma conclusão. Muitas vezes o barato sai caro e um equipamento de marca pode ser crucial num momento difícil, simplesmente por oferecer a segurança que você precisa. Pense sempre na pior das hipóteses e ainda assim poderá ter surpresas. São importantes as seguintes características: A barraca é auto-portante? É apropriada para o tipo de clima/solo do local? O peso é adequado à atividade? Tem dimensões desejáveis para o número de ocupantes mais equipamentos? Tem altura necessária para não causar desconforto? Fora isso, que eu me lembre, é importante ler relatos sobre a performance em condições adversas e qualidade do material. Eu tenho uma NatureHike Cloud Up 2 e uma Trilhas e Rumos Esquilo 2 (esta ainda não usada). A Cloud Up 2 tem sido perfeita. As duas têm características bem diferentes e são excelentes barracas. Tenha em mente que a forma de uso e cuidados com a barraca são fundamentais. Espero ter ajudado um pouco. Um abraço
  2. Nem tente. Nem de avião, nem de trem, nem de ônibus. Busque o consulado brasileiro mais próximo no país que você está e faça um novo passaporte.
  3. Nascer do Sol no Açú em 17/09/2017, às 05:47h
  4. Stanley Santos Sou bom nisso não 🤦‍♂️ No terreirão tem solo para fixar os specs, mas é bem duro. A terra parece ter sido compactada e tem muitas pedras pequenas. A dica do terreirão é posicionar a barraca onde fique mais abrigada do vento. Procurei posicionar a minha a uns 3,5m ao lado da casa do guarda-parque. O mais complicado é banheiro que, apesar de ser um luxo prioritário para quem acampa, com o mau uso que fazem, fica praticamente sem condição alguma de higiene à noite (fim de semana, temporada de montanha). Ainda assim é melhor que shit tube e vento frio no forévis. Para urinar, o uso programado do banheiro evita sair no frio da noite só para isso. Algumas pessoas levam uma garrafa pet como recurso. Espero ter ajudado. Abraço
  5. Stanley Santos, Cheguei a postar um agradecimento por seu post, mas não o vejo agora. Como sou novo por aqui e estou me acostumando ao site, acredito que eu deva ter feito algo errado. De qualquer forma, ainda que passado o tempo, agradeço por sua resposta que me ajudou muito na tomada de decisão. Um grande abraço
  6. Maira Valadares Fui em 20/21 de Julho e acredito que ainda não consigo expressar tudo o que foi pra mim. Fui em grupo guiado também e levei uma Cloud Up 2, que foi 100%. Mesmo com muito frio e garoa de tempo em tempo, não teve um pingo de condensação. Também ventou muito em alguns momentos e ela suportou de boa. Fomos de 4x4 até a Tronqueira, tomamos um café da manhã e subimos para o Terreirão. Lá montamos as barracas, descansamos um pouco e depois jantamos. Fazia muito frio e ventava muito. Alguns segundos de água lavando as mãos e a dor nos ossos era insuportável. Partimos para o ataque às 23h, o que foi bom e nem tão bom ao mesmo tempo. Bom pq cada pessoa tem um ritmo e tivemos tempo para todos chegarem para o nascer do Sol e nem tão bom pq precisamos esperar abrigados da forma que podíamos, até o nascer do Sol, o que na verdade não chegou a ser um problema. Só estávamos molhados de suor por dentro e por névoa e chuva fina por fora. Todos levamos os sacos de dormir e isso foi imprescindível. Li muito a respeito e levei a sério a questão da qualidade dos equipos, o que me ajudou muito. Várias camadas de roupas também foram essenciais. Uma lanterna de cabeça potente , um poncho para homem e mochila, uma balaclava, um casaco de penas de ganso ou misto (não lembro agora, mas é o trekk 900, da Quechua) , duas luvas (não vesti a terceira, externa - um erro meu, a prova d'água, por achar que não ia me adaptar por ela ser inteiriça), um tênis Salomon Fell Raiser (e mesmo assim levei uns escorregões nas rochas molhadas), gorro e, embora não utilizado, um cobertor de emergência. Senti falta (não levei) de um óculos de proteção , pois a névoa com o vento cortante chegava a causar dor no globo ocular de tanto frio (nunca vou me esquecer disso) A subida na chuva fina, frio e vento à noite foi uma aventura e tanto. A trilha é muitíssimo bem marcada, inclusive nas partes com vegetação de altitude. Como não sou atleta e faço trilhas eventualmente, chegando pŕóximo ao início da parte mais íngreme, precisei deixar a musculatura voltar ao normal, pois meus passos já não estavam firmes. Me abriguei junto a uma planta e me recuperei, deixando o grupo seguir. Nesse momento senti a importância de estar bem equipado. Tive a segurança que precisava de cada investimento que fiz. Deixo bem claro que não aconselho ninguém a fazer o que fiz (eu precisei) e principalmente sem equipo correto. Eu teria tido uma hipotermia mesmo nos poucos minutos que precisei. Não tenho a menor dúvida. Recuperado, segui as indicações de trilha facilmente localizadas com o uso da lanterna, uma Diamond 300 lúmens. Foi a parte que mais exigiu de mim. Não importa o que aconteça, mantenho a calma e procuro ser o mais racional possível. Isso tb me ajudou. Lá em cima, uma pequena multidão. Todos vão para ver o Sol nascer. Muitos cliques e todos, sem exceção, extasiados diante de tanta beleza. Tirei poucas fotos. Os dedos não suportavam o frio, nem mesmo com a luva interna que era touch. Mas, como todos sabem, é um espetáculo que palavras não descrevem. Difícil mesmo não pensar em Deus e em nossa pequenez diante de tanta perfeição. Um vislumbre que coloca sorrisos nos rostos, faz brilhar os olhos e transborda a emoção em lágrimas.
  7. Peço desculpas se não poderia postar aqui ou se já há outro post semelhante. Pretendo fazer o Pico da Bandeira nesta temporada de montanha e tenho uma Super Esquilo 2, mas acredito que o ideal seja levar uma barraca de bem menos peso para uma pessoa mais equipamento (cargueira grande). A dúvida que tenho e peço a ajuda dos mais experientes é sobre barracas leves que possam ser usadas no frio da região, que chega a uns -4ºC (como ano passado). Já li em alguns posts que vale mais o tipo de saco de dormir e roupas do que a barraca, outro ponto que tenho dúvida, pois tenho um modesto Micron X-Lite e penso em usá-lo com um liner Thermolite Reactor Extreme da Sea to Summit (os dois juntos bem mais leves e com menor volume do que um saco de dormir de 1,7Kg. Seria uma boa opção para a região em Julho?
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