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Tripnotrecho

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  1. A Clássica Ruta 40 percorre a Argentina de sul a norte, são mais de 5.000 km, atravessando várias regiões turísticas do território argentino. Saímos de Rio Gallegos em direção a San Rafael, percorremos mais de 2.000 km da clássica Ruta 40. Neste trecho foram uns 200 km de rípio (pavimento de pequenas, não tão pequenas, pedras). A região é espetacular, ao chegar a El Calafate, fiquei maravilhada com tanta beleza, as paisagens são lindas! O legal de viajar de carro e com calma é conhecer lugares que provavelmente você nunca conheceria como Governador Gregores, Governador Costa, Perito Moreno e Zapala, com suas peculiaridades. Sem falar da região dos lagos, que lugar incrível! Saímos de Esquel (que também foi uma surpresa boa) e ficamos encantados com a região. A vegetação muda muito quando chega a El Bolsón, é uma mancha verde na patagônia, e ao passar Bariloche, a paisagem é de tirar o folego. Murel
  2. Conhecer a Patagônia é o desejo de 5 pessoas entre 6 pessoas que eu conheço. A beleza totalmente diferente do que encontramos no Brasil, talvez é o que mais chama a atenção. A Terra do Fogo é assim chamada, porque os índios que ali moravam não se enchiam de peles para se cobrir e sim utilizavam o fogo para se aquecer. A parte da Terra do Fogo da Argentina é composta pela famosa cidade do Ushuaia, pela minúscula Tolhuin, com o grande lago Fagnano e varrida pelos ventos Rio Grande. Lembrando que é necessário sair da Argentina entrar no Chile, atravessar de balsa o estreito de Magalhães e sair do Chile e entrar na novamente na Argentina. O Ushuaia foi uma pequena decepção. Não é pequena como imaginei, sim é uma grande cidade turísticas, sem opção para quem não quer gastar muito. É excelente para quem gasta muito e para mochileiros com uma vasta opção de hostels (que não aceitam cachorros). E chegar no Ushuaia sem reservas e com o seu cachorrinho, vai penar até achar algum hotel que aceitei seu bichano. Para nós a opção foi alugar uma cabana, pois os hotéis e pousadas estavam com os preços bem acima da realidade e os mais acessíveis não aceitavam cachorros. E só conseguimos alugar a cabana de um casal super carismático, porque ela era apaixonada por fuscas e quando viu o nosso se encantou. Já Tolhuim foi uma surpresa agradável, e ficamos três dias a beira do Lago Fagnano no Camping Hain, vale muito a pena conhecer toda a arte que a família do proprietário elabora. Fora que eles são super atenciosos. A cidade de Rio Grande é bem distribuída, bonita e serve de base para quem quer se abastecer e não gastar muito no Ushuaia. Rodrigo e Murel
  3. Sempre quisemos conhecer a Ruta 3 que leva ao fim do mundo. Ela começa em Buenos Aires e termina no parque Nacional da Terra do Fogo, são um pouco mais de 3 mil km de belezas distintas. Ao sair de Buenos Aires percebemos a vegetação de pampas, mas logo começa a transição de vegetação para a Patagônia é muito bonito de se observar as famosas estepes. A rodovia é relativamente nova e há um fluxo considerável de caminhões e muitos ciclo viajantes. É necessário estar sempre alerta com os animais que costumam correr para frente dos carros, como as lebres, emas, guanacos (camelídeo nativo da América do Sul) entre outros animais.
  4. Quando começamos a organizar a viagem de carro pelo Rio Grande do Sul, Uruguai e Argentina pesquisamos quais documentos eram necessários para transitar nesses países. Além de viajar de carro estamos levando nossa cachorrinha junto. A nossa sugestão é, façam o CARTA VERDE na fronteira, é simples e fácil. O importante é buscar uma seguradora confiável. No nosso caso fizemos na Associação Comercial no Chuí, fica localizada na rua do Banco do Brasil, fizemos para dois meses. E o Rodrigo já possuía a Permissão Internacional para Dirigir (PID). Entramos no Uruguai pela Aduana do Chuy, sem problemas algum, estávamos com os passaportes, documentos do carro e o carta verde. Em nenhum momento pediram os documentos da nossa cachorrinha (mas essa rende outro post). Ficamos animados o Uruguai que tem uma paisagem linda, com estradas boas e pedagiadas.
  5. Quando decidimos viajar, logo pensamos em viajar de moto pela América do Sul, ia ser incrível uma liberdade total! Mas o meu coração logo começou a apertar, como deixar a Bethânia para trás? A Bethânia é a nossa cachorrinha (mestiça) que adotamos quando ainda morávamos no Acre. Então pensamos e pensamos, e alguém nos disse por que vocês não vão de fusca? E porque não? Viajamos de fusca e o melhor levamos a Bethânia junto! Para viajar de carro foram necessários alguns cuidados, como ter em mão o CVI (Certificado Veterinário Internacional), que é emitido pelas Unidades do Vigiagro na Superintendência Federal de Agricultura do seu Estado (SVA/UVAGRO) ou postos de fronteira ou as Superintendências Federais de Agricultura (SFA) em cada Estado. Todas as informações necessárias vocês podem acessar no site http://bit.ly/1g3ahQU É necessário agendar um horário para ser atendido nas unidades SVA/UVAGRO, mas é só encaminhar um email que o pessoal já atende prontamente. O cão deve estar com as vacinas em dia e com tratamento parasitário interno e externo. É necessário um atestado do seu veterinário de confiança, conforme a foto. Ainda para os países que compõem o Mercosul é necessário um atestado por escrito que o cão nunca manifestou a leishmaniose. Assim é emitido o CVI. Para transito pelo Mercosul o documento tem validade de 60 dias, caso esse tempo limite exceda é só procurar o departamento de agricultura/zoonose nas fronteiras e verificar o que é necessário para renovação. Nesse link é possível tirar todas as duvidas possíveis http://bit.ly/1ldlxnj Nós entramos com a Bethânia, pela aduana do Chuy, no Uruguai em nenhum momento foi pedido os documentos dela. Entramos na Argentina e também nada foi pedido. Estávamos receosos em relação ao Chile, pois é necessário cruza-lo para seguir até o Ushuaia. Para entrar no Chile o modelo de declaração é diferente e ela só tem validade por 10 dias e como estávamos viajando sem datas o CVI estava vencido a 5 dias, mas o fiscal viu que era só transito por um trecho do pais e deixou passar. Foi um alivio!! Uma dica é sempre levar cópias da declaração, pois nas aduanas vão pedir a original para autenticar e uma cópia para ficar com eles. Eles não tiram cópias. Além da documentação é necessário ter os cuidados básicos, como, fazer paradas para os bichinhos se esticarem, mantê-los hidratados e alimentados. Murel
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